quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Um babaca VIP

Conversa de Cher no MSN com um cara que já havia dado em cima de sua melhor amiga, sem sucesso.

Tainha: Oi! Vi você no show domingo.

Cher: É mesmo?

Tainha: É. Primeiro eu te vi quando eu estava passando de carro, sabe? Depois eu te vi lá dentro.

Cher: Nossa, eu não te vi.

Tainha: Estava você, umas cinco meninas e dois caras com jeito de viado.

Cher: Hein?

Tainha: É, tinha dois viadinhos com você, né?

Cher: Não, não tinha. Tinha dois amigos meus.

Tainha: Droga! Perdi R$ 20,00! Apostei com meu amigo que eles eram viados.

Cher: Mas não são.

Tainha: Então... Eu estava lá na área VIP, sabe, e toda hora via você passar.

Cher: É? Por que não falou comigo então?

Tainha: Ah, eu estava me escondendo de umas mulherzinhas que ficam atrás de mim. E também, se eu fosse lá ia querer te agarrar.

Depois dessa, Cher simplesmente passou a ignorá-lo no MSN.

Agora, vamos votar. Ele foi mais babaca quando:

a) Deu em cima de Cher depois de já ter tentado com sua melhor amiga.

b) Fez questão de falar que passou de carro.

c) Chamou os amigos de Cher de gays.

d) Colocou ênfase no fato de estar na área VIP.

e) Falou que estava escondendo-se das “mulherzinhas”.

f) Disse que agarraria Cher sem ela ter dado o mínimo de confiança para isso.

g) Nasceu. O fato dele existir já o faz babaca.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Mulher poderosa

Em um episódio de Friends reprisado por esses dias na Warner, Rachel, Mônica e Phoebe ficam encantadas com um livro de auto-ajuda feminino e passam a seguir seus ensinamentos. Inevitável não associar a situação com a que tenho passado com minhas amigas.

Dia de nada para fazer no trabalho, aproveitei o horário de almoço para passar nas Lojas Americanas e comprar chocolate. Ao aproximar-me do caixa, vejo um exemplar de Por que os homens amam as mulheres poderosas?, de Sherry Argov. Normalmente, eu não compro livros de auto-ajuda. Não tenho muita paciência para aquele blá-blá-blá de “você é a responsável pela sua própria felicidade”. Penso que não há necessidade de outra pessoa falar o que você já está cansada de saber. Só que juntei cansaço, carência, TPM, ócio no trabalho, consumismo e resolvi comprar para ler no restante da tarde.

Confesso que meu conceito acabou mudando. O livro falava sim sobre tudo que estamos cansadas de saber, mas serviu para mostrar-me que algumas coisas na vida só ficam claras quando uma outra pessoa nos diz. Sabe quando você está perto de fazer uma merda, mesmo sabendo que é uma das grandes, e aquela sua amiga te impede de fazer? O livro funciona assim. O problema é que as amigas, em matéria de relacionamentos, não costumam ter o pensamento claro e acabam não sendo muito úteis.

Por esse motivo, o livro virou uma espécie de guia, que está sendo passado de amiga para amiga. Não quero que elas sigam à risca os “ensinamentos”, pois uma pessoa inteligente sabe que não existe manual para viver. Espero que elas consigam extrair dali o que seja interessante para suas vidas. E aviso que já está sendo útil. Basta qualquer uma se aproximar de fazer algo que irá se arrepender depois para a outra vir logo com um “você não leu o livro?”.

Está longe do meu objetivo fazer propaganda. E fico pensando que a mulher poderosa de verdade não deve ler livros desse tipo. Mas por outro lado, tenho certeza de que poucas nasceram com o dom de ser poderosa. Então, não custa nada ter quem abra nossos olhos quando formos para o lado rrado. Para umas, pode ser o livro, para outras, podem ser as amigas. Vamos torcer para que essas alternativas sejam apenas caminhos para que, um dia, nós mesmas sejamos capazes de controlar nossas atitudes. Sem ajuda.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A sorveteria

Estava eu em mais um sofrido dia de trabalho, quando me aparece um colega que não via há algum tempo. Papo vai, papo vem, surge o diálogo:

- Ro, e o namorado?

- Pô, João, já terminei há algum tempo.

- É mesmo? E tá sozinha agora ou tem conhecido gente?

- Conhecido até tenho, mas nada que me agrade muito não.

- Pois é, a mulherada tem reclamado muito disso. Nunca estão satisfeitas. Acho que vocês tem que ser mais flexíveis.

- Flexíveis como?

- Vou dar um exemplo. Imagina que você chega na sorveteria. Está morrendo de vontade de tomar um sorvete. Você gosta muito de sorvete de chocolate e pede um. Mas acabou o de chocolate, só tem de morango, que você gosta mais ou menos. Para não ficar com vontade, você poderia ficar com o de morango mesmo, ao invés de ficar exigindo o de chocolate.

- Ih, João, o problema é que não tem aparecido nem o de chocolate, nem o de morango. Só aparece o de creme, que eu não gosto.

- Então... Para esses casos é que existe o napolitano. O três sabores em um só. O que você gosta nele, aproveita, o que não gosta, deixa pra lá.

Então tá né. Que venham os napolitanos.

P.S: Não concordo muito com essa teoria não. Penso que não temos que nos contentar com o mínimo só para não ficarmos sem. Mas devo confessar que a analogia foi boa.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Falamos mesmo

Ao criarmos esse blog, nosso objetivo era o de sair contando por aí histórias que, nem sempre, as pessoas estão dispostas a ouvir. Foi uma forma que descobrimos para satisfazer nossa natural tagarelice, sem expor os envolvidos nas situações, muitas vezes, digamos, constrangedoras. Por isso, qualquer nome citado aqui será pseudônimo, inclusive o das autoras – o que se percebe pela excentricidade das alcunhas escolhidas.

Nesse princípio, ainda estamos aperfeiçoando nossas habilidades cibernéticas. E confessamos que a caixola está fervendo com isso, afinal, nosso negócio é mais falar que navegar. Para colaborar, começaram as panes de conexão, que nos deixam carentes virtualmente e em crise de abstinência desse blog que muito mal iniciamos.

Estamos muito animadas. Não esperamos milhares de leitores – nem centenas, nem dezenas, talvez nem unidades. Sabemos que tem muito material interessante pela internet. Mesmo assim, a ideia de tagarelar em um meio com grande acessibilidade nos excita. Quem conseguir chegar até aqui e se interessar pelo papo, participe. Amaremos. Quem não se interessar... Não leia. Cada um participa da conversa que quiser.

Uma consideração: Gostamos muito de dois blogs, o Manual do cafajeste (para mulheres) e o Homem é tudo palhaço. Tratam de assuntos relacionados a homens, mulheres e relacionamentos, cada um na visão de um sexo. Quem puder, dá uma passadinha por eles, vale a pena. Foi o que nos inspirou a contar nossas histórias na rede.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tagarelice feminina

Desde nossos tempos de pequenas pessoinhas nesse mundo, a tagarelice feminina é considerada um mal que assombra a humanidade. Afinal, se a sua mãe não fazia o constante blá-blá-blá Wyskas Sachê, você é uma criatura extremamente atípica. Mesmo com o passar dos anos, a necessidade das mulheres em verbalizar tudo que seja importante – ou não –, permanece presente em nossa sociedade. Atire a primeira pedra se ao menos 15% do seu círculo social feminino gosta de “falar pouco”.

Pesquisas por aí dizem que as representantes do sexo frágil falam, diariamente, o dobro de palavrars em relação aos homens. Há mulheres que alegam que isso se deve ao fato de termos que repetir tudo duas vezes para que eles entendam. Piadinhas prontas à parte, essa verborragia toda não costuma agradar muito ao público masculino. Uma pena, não é mesmo? Que nada, temos quem goste.

Já que a macharada não é muito fã do falatório feminino – com exceção da curiosidade secular sobre o que mulheres conversam no banheiro –, fortalece-se o clube da Luluzinha. Raridadade é aquela garota que não goste de jogar conversa fora, que nunca tenha uma boa história para contar, que não tem paciência para colóquios femininos. Mulheres são facilmente dialogáveis entre si, seja na roda das melhores amigas, seja no banheiro feminino com aquela desconhecida que você nunca mais verá, mas que estava com um sapato des-lum-bran-te!

Sendo assim, não há necessidade de reprimir essa característica tão incrustrada em nossos cromossomos X. Coloquemos para fora nossos “causos”, nossas vivências, nossas experiências e até nossas inutilidades. Façamos do mundo virtual uma forma de divulgar nossa tagarelice escrita. Meninas, falemos!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Política de privacidade

A privacidade dos visitantes neste Blog é muito importante para nós.
No nosso blog, reconhecemos a importância da privacidade e tudo faremos para a respeitar. De seguida apresentamos-lhe o tipo de informação pessoal que recebemos e coletamos quando visita este blog, e como guardamos essa informação.
Nunca venderemos a sua informação para terceiros, sejam eles particulares ou empresas.
Os registos:
Tal como outros websites, coletamos e utilizamos informação contida nos registos. A informação contida nos registos inclui, o seu ISP (Internet Service Provider), o seu endereço IP (Internet Protocol), o browser que utilizou ao visitar o nosso website (ex: Firefox), o tempo da sua visita e que páginas visitou dentro do nosso website.
Os Cookies e Web Beacons:
Utilizamos cookies para armazenar informação, tais como as suas preferências pessoais quando visita o nosso website. Isto poderá incluir um simples pop-up, ou mesmo uma ligação em vários serviços que providenciamos (ex: fóruns). A Google faz uso do novo DART cookie para servir anúncios baseados nos seus interesses e na sua visita ao nosso blog e a outros endereços na web. Poderá optar por não utilizar o DART cookie visitando a página de anúncios do Google e o "programa de policiamento" da empresa.
Em adição, no nosso site  também utilizamos publicidade de terceiros. Alguns destes anúncios (sponsors), poderão utilizar tecnologias como os cookies e/ou web beacons quando anunciam  no nosso website, o que fará com que esses publicitários (tal como o Google através do Google AdSense) também recebam a sua informação pessoal, como o seu ISP , o endereço IP, o seu browser, e outros.
Esta função é geralmente utilizada para "geotargeting" (ex: mostrar publicidade de NOVA YORK apenas aos leitores oriundos de Nova York) ou para apresentar publicidade direccionada a um tipo de utilizador (ex: mostrar publicidade de restaurantes/bares a um utilizador que visita regularmente portais de culinária/bebidas).
Você pode desligar os seus cookies nas opções do seu browser, ou fazendo alterações nas ferramentas do seu Antivírus. Gostaria de lhe informar que tal poderá alterar a forma como interage com o nosso blog, ou mesmo com outros portais. Tal também poderá afectar ou mesmo não permitir que faça logins em programas, sites ou fóruns.